Régimen tutelar y globalización
sociogénesis sobre los actuales movimientos indígenas en el Brasil
DOI:
https://doi.org/10.52980/revistaamazonaperuana.vi33.24Palabras clave:
Brasil, Territorio, Organizaciones indígenasResumen
Los datos del último censo sugieren un nuevo perfil demográfico de los pueblos indígenas, que ya no corresponde a pequeñas sociedades aisladas en la floresta amazónica. Las movilizaciones por sus derechos sobre la tierra, las escuelas y otros factores externos se han incorporado a la vida cotidiana de los pueblos indígenas. El artículo identifica algunos principios ordenadores, presiones y estrategias de reconocimiento por el Estado. Utiliza la definición del territorio como clave analítica y explora las condiciones sociales en las que emergen las organizaciones indígenas.
Si en vez de tratar al nativo y al colonizador como categorías totalizadoras y diametralmente opuestas, exploráramos los contextos históricos en los que interactúan, podremos abrir nuevos campos de investigación. La noción simplificadora de una voz indígena o de un único modelo nativo debe ser reemplazada por un esfuerzo de comprensión de procesos complejos históricos y culturales, locales y globales, en donde podremos intentar comprender estrategias políticas.
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