Arqueologia e história na bacia do rio Camisea, Cusco-Peru (300 a.C. – 1.200 d.C.)

Autores

  • Lucía Medina de la Cruz

DOI:

https://doi.org/10.52980/revistaamazonaperuana.vi31.53

Palavras-chave:

Cerâmica corrugada, Tupi-Guarani, Arawak, Machiguenga, Rio Camisea

Resumo

Este trabalho tenta definir se a cerâmica corrugada é própria ou foi obtida por intercâmbio com os Tupi-Guarani em épocas culturais cronologicamente sinalizadas. Da mesma forma, analisa se os grupos assentados na zona de Camisea pertencem aos Arawak, fizeram parte em alguma época dos sulistas Tupi-Guarani, ou se trata de um grupo independente contemporâneo aos mencionados antes; um grupo cultural autônomo que pertence à mesma matriz linguística Arawak pré-andina, ancestrais dos Machiguenga, que viveram na zona entre os anos $576 \pm 204$ a.C. e 1.003 inclusive, e entre 1.000 e 1.200 d.C.

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Publicado

2008-12-14

Edição

Seção

TEMA

Como Citar

Arqueologia e história na bacia do rio Camisea, Cusco-Peru (300 a.C. – 1.200 d.C.). (2008). Amazônia Peruana, 31, 151-183. https://doi.org/10.52980/revistaamazonaperuana.vi31.53

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